sábado, 1 de março de 2008

CENAS IRMÃS: A CENA INDEPENDENTE, O PASSADO E O INTERCÂMBIO ENTRE ACRE E RONDÔNIA.


Por: Isaac Ronaltti


Conta a história que, para suprir a necessidade de algumas matérias inexistentes para a construção de artefatos como machadinhas e toda sorte de armas perfurocortantes, dada as características geológicas da região do que hoje é o Acre, não contemplar a existência de rochas, tribos indígenas da região do Alto Acre e parte do Purus, estabeleciam contato com tribos da região do Madeira para realizar trocas[i]. Isso aconteceu normalmente até a segunda década da segunda metade do século XIX, quando os processos de ocupação ocasionados, em especial, pelo 1º ciclo da borracha, (TOCANTINS, 1979) e o contato com o homem branco modificou consideravelmente a vida das populações indígenas da região. Não sendo muito diferente na região do Madeira, especificamente a região mais próxima do Acre, onde em mesma época, iniciou-se o processo de construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, cuja trágica saga já foi por diversas vezes contada em livros como “O Trem Fantasma”[ii], “A ferrovia do Diabo”[iii], e romanceadas em livros como Mad Maria do mesmo escritor que contaria em romance a História do Imperador do Acre: Galvez - o escritor Márcio de Souza; e ainda, em “As botas do Diabo” de Kurt Falkenburger.
Historicamente, estes não são os únicos pontos em que a proto-história de Acre e Rondônia se cruza. Euclides da Cunha que teve a possibilidade de viajar pelos rios acreanos junto da Comissão brasileiro-peruana, responsável pela delimitação dos pontos fronteiriços do território, criticara o ponto de construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, afirmava que muito mais interessante seria a construção de uma ferrovia que atravessasse o território do Acre[iv] - em especial, devido as dificuldades em relação a construção de vias devido a composição do solo e a distribuição dos rios pelo território, e ainda, por entender que seria de melhor proveito para as relações comerciais com Peru e Bolívia. Rondon e sua missão de construção das linhas de telegrafo tinha como objetivo estender a infra-estrutura das linhas até o Acre, infelizmente pouco tempo depois de chegar com as linhas até Porto Velho, tendo estendido-as até Guajará-mirim, o método de comunicação telegráfica sem fio, desenvolvido pelo italiano Marconi, extinguiu a necessidade da continuidade da linha (TEIXEIRA; FONSECA; 2003); sem falar que já havia em cidades como Sena Madureira e Cruzeiro do Sul sistemas radio telegráficos (COSTA, 1998) bem antes disso, implantado por um grupo de alemães ligados a Telefunken, dos quais um, era o meu bisavô Henrique Walter.
Muito tempo se passou. E o que me traz aqui, não é exatamente a rica História de formação destes dois estados - Acre e Rondônia -, nem os diversos ciclos econômicos vivenciados por estes dois membros da federação. Este breve arrazoado faz uma exposição e análise rápida, em suma, das correspondências, ligações e influências entre a cena de bandas independentes dos dois estados anteriormente citados.
Apesar das aparentes e sadias divergências e diferenças entre estas duas cenas, se procurarmos suas relações, perceberemos que tanto o Acre quanto Rondônia - em especial Porto Velho - se valeu de um ritual mutualista, onde uma cena acabava por influenciar e dar suporte e apoio à cena do estado vizinho. Estas palavras surgem da necessidade da promoção do intercâmbio, aproximação, apoio e valorização das cenas de bandas independentes de Rondônia e Acre.
O atual modus operandis da cena independente do país acontece em sua grande maioria através dos tão difundidos festivais - uma rede de iniciativas capazes de uma articulação continental prova disso é o Grito Rock 2008. Nada comparável às redes telegráficas anteriormente citadas, nada que pudesse ser imaginado pelo meu bisavô no início do século, estando ele a instalar radio-telegrafos na região do Juruá. Essa rede conseguiu se difundir de uma maneira incrível, possibilitando o intercâmbio com bandas das mais distantes localidades do país, apoiadas pela pós-moderna e incrível internet.
O Acre tem uma tradição na realização de Festivais de Música. No final da década de 60, Rio Branco realizava já seu primeiro festival, e já contava com representantes do bom e velho Rock n’ Roll: eram os casos da banda “Os Bárbaros” e os “Mugs”, visivelmente influenciados pelas coqueluches do momento - Beatles e Rolling Stones (NEVES, 1998).
Em 1.980, através de pessoas ligadas a Universidade Federal do Acre, com o apoio do Governo do Estado, realizou-se o primeiro FAMP[v] - Festival Acreano de Música Popular -, que junto, aos tradicionais festivais que ocorriam no verão, na Praia do Amapá, acabaram por causar grande repercussão local, sendo a vitrine e o garimpo de grandes revelações e, principalmente, valorizando os artistas locais. Foram nestes festivais que figuras como Pia Vila, Grupo Capú e Tião Natureza começaram à ganhar projeção na música acreana.
Não muito diferente aconteceu em Rondônia, em especial em Porto Velho. Na década de 70, bandas como Vôo Livre animavam a galera com um pouco de Rock. Na década de 80 a Secretaria Estadual de Cultura, Esporte e Turismo (SECET) realizava o ARTSOM - Festival Estadual de Música[vi]. O Festival não alcançou a mesma popularidade dos Festivais no Acre, mas foi responsável pela revelação, grosso modo, de bandas como “Os Nômades”. Ainda trouxe a público, as composições de Jorge Andrade[vii]. Foi ainda na década de 80, que o Projeto Espaço Aberto[viii] conseguia reunir multidões de 5.000 pessoas; A Praça das Três Caixas D’águas era o lugar, e o palco era a carroceria de uma carreta. Foi neste ambiente, apresentado pelo na época radialista Adilson Siqueira[ix] que o público ouvia as canções dos Nômades, conferia a juventude da banda Passaport (que contava com integrantes na faixa etária de 12 anos), acompanhava a Banda Vôo Livre e assistia a disputa das rivais Código Morse e Ponte Aérea. No final da mesma década, ainda realizou-se o FERROCK - organizado através de parceria entre o SESC e o Clube do Ferroviário.
Aparentemente, foi no final da década de 80 que as cenas, especialmente falando das bandas independentes, de Acre e Rondônia começaram uma maior aproximação. E foi dos frutos dos tradicionais festivais que isso iniciou. Capú pelo Acre e Nômades por Rondônia significaram a vanguarda de um movimento, ainda embrionário. Esse intercâmbio inicial acabou tendo como resultado a realização da festa SIDERAL ROCK SHOW em Rio Branco, no Cine Teatro Recreio - a programação do evento foi dividida em dois dias: no primeiro dia[x] o Grupo CONCRETO ARMADO abriu o evento, apresentando-se em seguida a banda NÔMADES de Porto Velho. O segundo dia foi novamente aberto pela banda CONCRETO ARMADO, sendo sucedida pelo Grupo CAPÚ. O evento teve vasta cobertura na mídia da capital acreana, a organização da festa foi da Studio Produções.
O primeiro passo tinha sido dado. Significativo o bastante para promover a solidariedade entre as bandas das cenas: isso ficou bem evidente quando no início da década de 90, após o Estado do Acre ser assolado por uma forte enchente, bandas dos dois estados não mediram esforços para colaborar e amenizar a situação em que se encontravam os desabrigados. Mediante á isso, a Banda Nômades em parceria com o SESC/RO, realizou um evento em favor das vítimas das alagações do Estado vizinho. O evento fora batizado com o nome de “QUE VIVA O ACRE[xi].
Não foram poucas às vezes também que bandas acreanas foram convidadas e apresentaram-se na lendária “Oficina do Rock” em Porto Velho. Na Oficina apresentaram-se bandas como Dream Healer, Heaven Calvary - salientando a tradição acreana de possuir ótimas bandas de Heavy Metal. Foi numa dessas oportunidades que a banda Sortilégio de Porto Velho recebeu o convite para se apresentar em Rio Branco.
Mas recentemente, o MADEIRA FESTIVAL possibilitou a vinda das hoje mais do que conhecidas do público portovelhense Camundog’s (que na época se chamava Stigma), e Los Porongas.
Destas muitas andanças das bandas é que surgiu a semente que germinou uma diversidade de investidas por parte da cena independente destes dois estados.
O SESC/RO ao longo do tempo se configurou como uma das instituições que mais apoiou a cena de bandas independentes de Porto Velho, realizando uma série de eventos no inicio da década de 90 para fortalecer as bandas. Não se pode deixar de mencionar, a grande colaboração da mesma instituição no intercâmbio das cenas de Acre e Rondônia: isso pode ser conferido no exemplo anteriormente citado da realização do evento “QUE VIVA O ACRE”, ou em eventos como o “INTERCÂMBIO CULTURAL ACRE RONDÔNIA”, ocorrido no ano de 2003. O evento foi organizado a partir da iniciativa do Governo do Estado do Acre em parceria com o SESC/RO. Uma das bandas participantes do evento foi a banda Los Porongas. Essa ida a Porto Velho foi de grande importância, pois a partir dela, os integrantes da Banda acreana despertaram o interesse por dar continuidade ao intercâmbio entre os dois estados, assim como declarou Diogo - vocalista da banda Los Porongas - em entrevista concedida ao Site da UOL, depois de ser perguntado a respeito de como surgiu a idéia do Festival Guerrilha Rock, respondeu Diogo:


“A gente ficou sabendo que havia uma movimentação em Porto Velho, capital de Rondônia quando fomos tocar lá pela primeira vez no Intercâmbio Cultural Acre e Rondônia (....) Quando voltamos ao Acre pensamos em como poderíamos agregar a produção autoral dos dois estados mais próximos da Amazônia (...) com o objetivo de realizar um intercâmbio entre músicos e produtores”.


Um ano depois, em 2004, aconteceu no interior de Rondônia, na cidade de Ji-Paraná a 2ª edição do Festival Rock in Jipa. Um dos maiores festivais de Rondônia, reunindo diversas bandas de Rondônia e de outros estados. Novamente Los Porongas e Stigma representaram o Acre. O encontro entre as bandas oportunizou uma série de conversas, dando pano pra manga e para o surgimento de muitas idéias, inclusive a proposta da criação de um Projeto de desenvolvimento de um novo festival em Porto Velho, que seria melhor tratado no transcurso da primeira edição do Guerrilha Rock, que já estava confirmado. Bandas de Rondônia foram convidadas, entre elas a banda Coveiros e a Quilomboclada. Ainda em entrevista concedida ao site UOL, o vocalista dos Los Porongas discorre sobre o Guerrilha Rock, e as ligações das cenas dos dois estados:

“Já nesse festival fazia parte da programação um debate entre os participantes e figuras importantes da cadeia produtiva da música no Acre (...) O debate serviu para as bandas de Rondônia assumir o compromisso de realizar um festival por lá...”.

A partir daí, as bandas que tiveram a oportunidade de participar dos debates do Festival Guerrilha retornaram para Rondônia com a missão de promover a idéia. O que aconteceu nas reuniões da extinta Tribo do Rock[xii]. O coletivo da Tribo passou então a endossar a idéia de construção do Festival que recebeu o nome de “Festival dos Beradeiros”[xiii]. Depois de muita correria, o Festival dos Beradeiros ocorreu em Março de 2005, contando com mais um apoio do SESC/RO, que cedeu o local e parte da estrutura para realização do Festival e dos debates. Os frutos do Intercâmbio se concretizaram no Festival dos Beradeiros com o convite de 4 bandas acreanas para participarem no Festival: Los Porongas, Stigma[xiv], Matéria Fecal[xv] e Fire Angel. As bandas acreanas se dividiram em dois dias de programação do Festival. Infelizmente, devido a imprevistos na programação do Festival, a banda Matéria Fecal não conseguiu se apresentar. O que só viria á ser contornado através de uma articulação do Produtor local Vinicius Lemos[xvi] que conseguiu um espaço para a banda apresentar-se no Pub Urublues, que era mantido pela banda Nitro - banda bastante conhecida do público acreano por ter feito diversas apresentações na casa de shows Mamão Café. Conhecida também por ser a mantenedora e idealizadora daquele que foi um dos maiores festivais de Rock do Norte - O MADEIRA FESTIVAL[xvii].
Depois das investidas dos festivais Guerrilha Rock, que em 2005 passaria a chamar-se Festival Varadouro[xviii], além de muitas outras iniciativas do Coletivo Catraia no Acre e do Festival Beradeiros em Rondônia, anexa a outras vertentes da cena Rondoniense, como é o caso do Site FanRock, o Vilhena Rock, além de iniciativas como a produtora Cogumelo Nuclear - mais ligada ao movimento de bandas de Heavy Metal de Porto Velho -, o transito de bandas entre os dois estados ampliou-se consideravelmente.
Várias bandas rondonienses e acreanas já tiveram a oportunidade de se beneficiar dessa rede de intercâmbio que tem acontecido, grosso modo, nos últimos 3 anos. Das bandas rondonienses que tocaram no Acre podemos citar: Coveiros, Suco de Nóis, Quilomboclada, apresentando-se no Guerrilha Rock em 2004; Ultimato apresentando-se no Festival Varadouro edição 2006, e, mas recentemente, no final de 2007 apresentando-se no Projeto “Balanço da Catraia”, organizado pelo coletivo Catraia; a extinta banda Scrooff que participou de uma apresentação no estacionamento do Mira Shopping - evento organizado pelo Coletivo Catraia em 2005, e a banda Recato que se apresentou no Festival Varadouro de 2007; além das diversas bandas rondonienses que se apresentaram na tradicional festa acreana do circuito metaleiro, que anualmente é realizada nas proximidades do natal - o Feliz Metal - as bandas rondonienses que tiveram a oportunidade de apresentar-se no evento são: Bedroyd e Oblivion em 2005 e Incinerador em 2006.
Das bandas acreanas que se apresentaram em Rondônia podemos citar: Los Porongas apresentando-se duas vezes em Porto Velho no ano de 2006: uma apresentação no Festival Beradeiros e outra na tradicional Festa do Casarão - festa realizada anualmente à beira da cachoeira de Santo Antônio no Centenário casarão dos Collins; Ainda na edição do Festival Beradeiros do mesmo ano, apresentaram-se Dead Flowers e Guerrilha; ainda em 2006, em evento organizado pela Cogumelo Nuclear apresentaram-se em Porto Velho as bandas Silver Cry, Dream Healer e novamente Dead Flowers. Em 2007 a Filomedusa foi a representante acreana na Festa do Casarão que vivenciava já sua 8ª edição; e por último a Banda Survive que teve duas aparições na terrinha das três caixas d’água: no Esquenta Beradeiros e na 3ª edição do Festival Beradeiros.
Razões expostas esperamos que os principais articuladores que oxigenam e dão vida as ações das cenas de bandas independentes de Acre e Rondônia[xix], inspirados nas ações e intercâmbios já feitos, possam criar mecanismos e oportunidades que dêem prosseguimento e continuem à celebrar os frutos do apoio, das parcerias e das propostas de intercâmbio entre estes dois membros da federação que estão, similarmente, cravados no meio da Amazônia.

[i] Para maiores informações á respeito da História Acreana pode-se consultar os escritos de Leandro Tocantins;
[ii] Livro de Francisco Foot Hardman;
[iii] Livro de Manuel Rodrigues Ferreira;
[iv] Vide “Paraíso Perdido” de Euclides da Cunha;
[v] Para maiores informações a respeito dos Festivais de Música no Acre e sobre a História da música acreana, vide: o artigo “Breve história da música no (vale) do Acre”, de autoria de Marcos Vinicius das Neves - atual Presidente da Fundação Municipal de Cultura de Rio Branco Garibaldi Brasil. O artigo faz parte do Projeto de Resgate Musical, desenvolvido pela retrocitada instituição no ano de 1998.
[vi] Informações retiradas do Jornal Alto Madeira de 19 de Dezembro de 1987;
[vii] Hoje o nome de Jorge Andrade batiza a Escola de Música Municipal de Porto Velho.
[viii] Projeto idealizado pelo Banda Nômades e executado com o apoio de bandas amigas. O ano de 1986 foi o de maior movimentação e repercussão do Projeto. Um dos seus idealizadores - Carlos Metal - viria a participar também, mas recentemente, da criação do Madeira Rock Festival.
[ix] Adilson Siqueira é hoje Professor do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal de Rondônia. Participou das eleições de 2006, candidatando-se à Governador pelo P-SOL, não alcançando êxito.
[x] A festa ocorreu nos dias 30/09 e 01/10 de 1989.
[xi] Agradeço a Carlos Metal pelas entrevistas concedidas e por ter permitido o acesso a seu acervo pessoal.
[xii] Extinto Movimento político-cultural jovem de Porto Velho.
[xiii] O nome do Festival realmente é grafado desta forma. Contudo, o vocábulo se escreve corretamente “Beiradeiros”. Por opção dos responsáveis pelo Projeto manteve-se o “Beradeiros” da mesma forma como as comunidades locais pronunciam. A única mudança que houve no nome foi a eliminação do “dos” que ficava entre Festival e Beradeiros, por entender que o “dos” acabava por segmentar e limitar o público alvo das ações do Festival.
[xiv] A Banda passou a se chamar Camundog’s.
[xv] A Banda alterou o nome para Escalpo.
[xvi] Responsável pelo site Fan Rock.
[xvii] O festival aconteceu até 2005, não sendo realizado no ano de 2006. Retornou em 2007 com execução e programações bem modestas em relação as outras edições.
[xviii] Segundo os organizadores, o nome do Festival foi mudado devido “Guerrilha” ser uma referência bélica, em contrapartida “Varadouro” se aproximava mais das características culturais dos acreanos, por grande parte destes ter a sua vida, seu cotidiano e seu passado de alguma forma ligada ao cotidiano dos seringais e varadouro ser o caminho que percorre o seringueiro durante o trabalho de coleta do látex. O nome “Varadouro” ainda remete à um conhecido jornal que teve sua circulação durante a década de 70, ligado aos movimento populares e aos (CEB’s) - Conselhos de Entidades de Base da Igreja Católica.
[xix] Apesar do texto fazer referências a cena acreana como se fosse algo bem homogêneo e seus focos estivessem bem distribuídos pelo estado, é necessário salientar que, a cena acreana que falamos, em sua grande parte é resumida a cena de bandas independentes de Rio Branco. No caso de Rondônia já é perceptível uma maior e mais equilibrada distribuição das potencialidades articuladoras no Estado, basta observar que Porto Velho possui na mesma cena diversas frentes, e que, tanto Vilhena, quanto Ji-Paraná já possuem cenas bem configuradas, prova disso são os diversos eventos já produzidos pelo Vilhena Rock, da mesma forma acontecendo com Ji-Paraná, além do fato desta mesma cidade possuir no seu histórico um dos maiores festivais já realizados no estado de Rondônia: o Rock in Jipa.




BIBLIOGRAFIA



COSTA, Craveiro. “A Conquista do Deserto Ocidental - Subsídios para a História do Território do Acre”. Rio Branco. Fundação Cultural do Estado do Acre. 1998;

NEVES, Marcos Vinicius. “Breve História da Música no (vale do) Acre”. In: Registro Musical - Velha Guarda e Tribos Urbanas. Rio Branco - Acre. Fundação Garibaldi Brasil. 1998;

TEIXEIRA, Marco Antônio Domingues. FONSECA. Dante Ribeiro da. “História Regional - Rondônia”. 4ª Edição; Porto Velho. Rondoniana. 2003;

TOCANTINS, Leandro. “Formação Histórica do Acre” - Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 1979;

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